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Mostrando postagens com o rótulo Mello e Furtado Advocacia

Planejamento, revisão e regras para acumular benefícios podem evitar perdas financeiras que se estendem por décadas

É possível receber dois benefícios previdenciários ao mesmo tempo? A resposta é sim em determinadas situações, mas as regras mudaram com a Reforma da Previdência e podem reduzir o valor do segundo benefício. Além disso, escolher o momento errado para se aposentar ou deixar de revisar informações consideradas pelo INSS pode representar uma diferença de centenas de reais por mês ao longo de muitos anos.Atualmente, a legislação permite, por exemplo, acumular aposentadoria com pensão por morte. Nos casos alcançados pelas regras posteriores à Reforma da Previdência de 2019, o beneficiário recebe integralmente o benefício mais vantajoso e apenas uma parcela do outro, de acordo com faixas previstas na legislação. "Existe uma ideia de que não é possível receber dois benefícios, mas isso não é verdade. O que precisa ser analisado é quais benefícios estão envolvidos, quando o direito foi adquirido e quais regras de acumulação se aplicam. Em alguns casos, a pessoa terá duas fontes de renda p...

Autismo dá direito à aposentadoria? Entenda as regras do INSS

Pessoas com TEA são consideradas pessoas com deficiência pela legislação, mas diagnóstico, sozinho, não garante a concessão do benefício Por David Mello - Mello e Furtado Advocacia O diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) dá direito à aposentadoria pelo INSS? A resposta é: depende. A legislação brasileira considera a pessoa com autismo uma pessoa com deficiência para todos os efeitos legais, mas o diagnóstico não garante aposentadoria automática. É necessário cumprir critérios relacionados ao tempo de contribuição, idade e comprovação da deficiência, conforme a modalidade solicitada. Segundo o advogado previdenciarista David Mello, do escritório Mello e Furtado Advocacia, é importante diferenciar o diagnóstico do direito ao benefício. “O autismo é reconhecido legalmente como deficiência, independentemente do nível de suporte. Mas, quando falamos em aposentadoria, é necessário analisar o histórico previdenciário e comprovar a condição perante o INSS”, explica. Uma das possi...

Ansiedade, depressão e burnout: quando transtornos mentais podem garantir benefício do INSS

Número de indenizações concedidas por transtornos mentais cresceu 15,6% em um ano; especialista explica em quais situações o trabalhador pode ter direito à proteção previdenciária Os transtornos mentais já representam uma das principais causas de afastamento do trabalho no Brasil. Somente em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária relacionados a transtornos mentais e comportamentais, um crescimento de 15,6% em relação ao ano anterior. Ansiedade, depressão e burnout estão entre as condições que mais levam trabalhadores a buscar proteção previdenciária. Apesar do aumento dos casos, ainda existe uma dúvida frequente: o diagnóstico dessas doenças garante automaticamente um benefício do INSS? Segundo o advogado especialista em Direito Previdenciário, David Mello, sócio-fundador do escritório Mello e Furtado Advocacia, a resposta é não. “O que o INSS analisa não é apenas a doença, mas se ela realmente impede a pessoa de trabalhar. A incapacidade pre...

Brasil terá mais idosos do que jovens até 2030: previdência volta ao centro do planejamento financeiro

Advogado explica como previdência pública pode atuar na proteção financeira das famílias Na foto, o advogado especialista em direito previdenciário David Mello. Em meio ao crescimento das discussões sobre investimentos, independência financeira e rentabilidade, um tema tradicional voltou a ganhar espaço entre famílias e especialistas em planejamento patrimonial: a previdência social. Muito além da aposentadoria, ela passou a ser vista como uma ferramenta de proteção financeira, segurança jurídica e organização familiar no longo prazo. Dados do IBGE apontam que, até 2030, o Brasil terá mais idosos do que crianças e adolescentes. O cenário amplia a preocupação com a estabilidade financeira no longo prazo e reforça a necessidade de planejamento previdenciário em um país onde a população vive cada vez mais. Atualmente, mais de 68,4 milhões de trabalhadores contribuem para a Previdência Social, o maior índice já registrado entre a população ocupada no Brasil, segundo o IBGE. O sistema previ...