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Mostrando postagens com o rótulo Centro de Oncologia do Paraná

Quatro em cada dez casos de câncer podem ser evitados

Uma parcela expressiva dos casos de câncer está associada a riscos que podem ser reduzidos por hábitos, vacinação, proteção no trabalho e acesso à saúde. Quase quatro em cada dez casos de câncer no mundo estão relacionados a fatores de risco modificáveis, segundo estudo publicado em 2026 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC). A análise avaliou 18,7 milhões de diagnósticos registrados em 2022, em 185 países, e apontou que 37,8% deles — cerca de 7,1 milhões — estavam associados a causas potencialmente evitáveis. O levantamento examinou 30 fatores de risco. Tabagismo, infecções e consumo de bebidas alcoólicas responderam juntos por 28,5% da carga global da doença. Excesso de peso, sedentarismo, alimentação inadequada, radiação ultravioleta, poluição do ar e exposição ocupacional a substâncias cancerígenas também aparecem entre os riscos analisados. “Uma parcela expressiva dos diagnósticos está associada a exposições e comportamen...

Médica oncologista Maria Cristina Figueroa passa a integrar corpo clínico do Centro de Oncologia do Paraná

Especialista em câncer de mama e tumores ginecológicos reforça equipe do COP, com atuação voltada ao cuidado humanizado, ensino e pesquisa clínica Foto acervo Maria Cristina.  A oncologista clínica Maria Cristina Figueroa Magalhães passa a integrar o corpo clínico do Centro de Oncologia do Paraná (COP). Reconhecida por sua atuação no tratamento do câncer de mama e de tumores ginecológicos, a médica chega para reforçar a equipe multidisciplinar da instituição e ampliar o atendimento especializado aos pacientes. Com uma trajetória que reúne assistência médica, pesquisa e formação de novos profissionais, Maria Cristina também atua no Hospital Universitário Evangélico Mackenzie, onde é preceptora da residência de oncologia. É professora da disciplina de Oncologia na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e na Universidade Federal do Paraná (UFPR), doutora pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP/ICESP) e realizou pós-doutorado em pesquisa no Programa d...

Novo exame do SUS reforça importância do diagnóstico precoce do câncer

  Cinco exames aliados na prevenção. Especialista explica quais possuem eficácia comprovada para rastreamento de diferentes tipos de câncer e por que realizá-los no momento certo pode aumentar significativamente as chances de cura. O anúncio da incorporação do Teste Imunoquímico Fecal (FIT) ao protocolo nacional de rastreamento do câncer colorretal pelo Sistema Único de Saúde (SUS) representa um importante avanço para a prevenção da doença no Brasil. Indicado para homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos, o exame amplia o acesso ao diagnóstico precoce de um dos tipos de câncer mais frequentes no país, o de intestino, e reforça uma mensagem importante: identificar um tumor antes do surgimento dos sintomas pode fazer toda a diferença no tratamento. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é de cerca de 53,8 mil novos casos de câncer colorretal por ano no Brasil entre 2026 e 2028. Quando descoberto precocemente, porém, as chances de sucesso no tratamento ...

10 alimentos que os oncologistas evitam e por quê você também deveria repensar o consumo

10 alimentos que os oncologistas evitam e por quê você também deveria repensar o consumo Especialistas alertam para a relação entre dieta, inflamação e risco de câncer; hábitos simples podem reduzir significativamente as chances da doença O que está no seu prato pode influenciar diretamente o risco de desenvolver câncer, e isso não é exagero. Estudos científicos vêm demonstrando que determinados alimentos, especialmente os ultraprocessados, estão associados ao aumento da incidência de diferentes tipos de tumores. No Brasil, onde o câncer já representa uma das principais causas de morte, a alimentação tem ganhado protagonismo nas estratégias de prevenção.De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 30% dos casos de câncer poderiam ser evitados com mudanças no estilo de vida, incluindo alimentação saudável, prática de atividade física e controle do peso. Os médicos do Centro de Oncologia do Paraná (COP) reforçam a importância de olhar com mais atenção para o que se conso...

Setembro em Flor enfatiza o mês da conscientização de cânceres ginecológicos

  Alerta para mais de 30 mil novos casos anuais no Brasil reforça a importância do diagnóstico precoce, prevenção ativa e ações integradas de saúde da mulher Em setembro, o país volta os olhos para um grupo de doenças que representam um grave desafio para a saúde feminina: os cânceres ginecológicos, incluindo os tumores de colo do útero, ovário, endométrio, vagina e vulva. Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), mais de 30 mil mulheres recebem, todos os anos, o diagnóstico de algum desses tipos de câncer no Brasil. Em números previstos para 2024, são esperados cerca de 17.000 novos casos de câncer de colo do útero, 7.800 de endométrio, 7.000 de ovário, além de aproximadamente 1.000 e 1.200 casos de câncer vaginal e vulvar, respectivamente. Estes dados realçam a urgência de intensificar campanhas como a “Setembro em Flor”, idealizada para promover conscientização em todo o país. Segundo o oncologista clínica do Centro de Oncologia do Paraná (COP), Emanuella Benev...

Setembro Roxo alerta para os perigos do câncer de pâncreas e reforça foco na prevenção

  O Setembro Roxo, campanha de conscientização sobre o câncer de pâncreas, chama atenção para a gravidade da doença, considerada uma das mais letais do mundo. No Brasil, em 2023, a estimativa foi de 5.690 novos casos entre mulheres e 6.450 entre homens, segundo o INCA. Apesar de representar pouco mais de 2% dos diagnósticos oncológicos, esse tipo de tumor é responsável por até 5% das mortes por câncer. O principal desafio é a falta de sintomas específicos nos estágios iniciais. O pâncreas fica em uma região profunda do abdômen, o que dificulta a detecção precoce. “O câncer de pâncreas é conhecido como um verdadeiro ‘assassino silencioso”, pois a porcentagem de pacientes que recebem o diagnóstico quando o tumor já não é passível de cirurgia curativa, é alta. Esse é um dos motivos pelos quais a taxa de sobrevida em cinco anos ainda é tão baixa”, afirma o oncologista clínico do Centro de Oncologia do Paraná (COP), Dr. Rafael Vanin. Não existem exames de rastreamento de rotina para a d...