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Wiegrow aposta em Heart Skills para fortalecer culturas mais humanas e saudáveis nas empresas


Com nove anos de atuação, empresa estrutura metodologia pioneira no Brasil para desenvolver competências como presença, autenticidade, escuta profunda e generosidade dentro das organizações

Em um mercado cada vez mais atravessado por discussões sobre saúde mental, segurança psicológica, bem-estar e os impactos da atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), uma pergunta ganha força entre lideranças: como construir ambientes de trabalho verdadeiramente saudáveis, para além de protocolos, campanhas pontuais e discursos institucionais?

O debate ganhou ainda mais urgência diante do avanço dos afastamentos por questões de saúde mental no país. Em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária relacionados a transtornos mentais e comportamentais, alta de 15,66% em comparação com 2024, quando foram registrados 472.328 benefícios. Transtornos ansiosos e episódios depressivos estavam entre as principais causas das concessões.

A Wiegrow, empresa com nove anos de atuação em desenvolvimento humano e experiências de aprendizagem, vem fortalecendo no Brasil o conceito de Heart Skills: são 17 competências humanas profundas que ajudam profissionais e lideranças a se relacionarem de forma mais consciente, respeitosa e coerente com os valores que desejam viver dentro das organizações.

Pioneira em trazer o conceito para o país e estruturá-lo em experiências de aprendizagem corporativas, a Wiegrow desenvolveu uma metodologia própria para trabalhar valores humanos e competências que vão além das chamadas Soft Skills, cada vez mais valorizadas pelo mercado de trabalho. Entre elas estão generosidade, autenticidade, presença, comunicação consciente, escuta profund, domínio próprio e a capacidade de construir relações mais saudáveis e colaborativas.

“Não se trata apenas de ensinar alguém a se comunicar melhor ou a liderar uma equipe. O nosso trabalho parte de uma camada mais profunda: quem é essa pessoa, como ela se relaciona consigo mesma e como isso aparece nas relações com os outros”, afirma a psicóloga Cintia Suplicy, sócia da Wiegrow. “Quando uma pessoa encontra mais sentido, propósito e coerência na própria vida, ela tende a construir relações mais saudáveis também no ambiente profissional.”

Embora o termo Heart Skills seja aberto e ainda não tenha competências oficialmente delimitadas, a Wiegrow propõe uma leitura prática do conceito a partir de valores universais. A metodologia busca apoiar empresas que desejam ir além de treinamentos tradicionais e trazer profundidade, especialmente em um cenário marcado por hiperconexão, sobrecarga emocional e relações de trabalho cada vez mais complexas.

A discussão também ganhou contornos regulatórios. O Ministério do Trabalho e Emprego lançou, em março deste ano, um manual para orientar a aplicação da NR-1 e o gerenciamento de riscos ocupacionais, incluindo os riscos psicossociais relacionados ao trabalho. O documento cita, entre os exemplos de fatores que devem ser observados pelas empresas, a sobrecarga de demandas, o assédio e outras condições ligadas à organização do trabalho que podem afetar a saúde dos trabalhadores.

Para Vanessa Mazzaferro, sócia da Wiegrow e especialista em gestão de pessoas, negócios e psicologia junguiana, a discussão não pode se limitar à adequação normativa. “Cultura não é o que está escrito na parede ou no manual da empresa. Cultura é aquilo que as pessoas vivem todos os dias. Quando a liderança não pratica os valores que defende, a organização cria um desalinhamento que afeta confiança, engajamento, produtividade e, consequentemente, os resultados do negócio”, afirma.

Segundo ela, o desenvolvimento das Heart Skills contribui para que empresas olhem para fatores que muitas vezes estão na origem de relações desgastadas e ambientes tóxicos, como ausência de escuta, comunicação agressiva, baixa presença nas interações, pouca abertura ao diálogo e lideranças desconectadas das pessoas. “A transformação começa nas pessoas. São elas que fazem a empresa acontecer. E, quando esse movimento parte da liderança, ele tem mais chance de se espalhar de forma genuína por toda a organização”, completa Vanessa.

A proposta da Wiegrow não é substituir políticas de saúde, suporte psicológico ou medidas de prevenção previstas pelas empresas, mas atuar em uma camada complementar: o desenvolvimento de relações mais conscientes e culturas mais consistentes. Por meio de jornadas práticas, vivências e processos de desenvolvimento, a empresa convida profissionais a refletirem sobre escolhas, valores e formas de se relacionar, levando esse aprendizado para desafios reais do cotidiano corporativo.

Para as sócias, o avanço das Heart Skills representa uma mudança necessária para organizações que desejam crescer de forma sustentável. “As empresas têm falado muito sobre resultado, inovação e tecnologia. Tudo isso é importante. Mas nenhuma transformação se sustenta se as relações humanas não forem cuidadas. O futuro do trabalho precisa ser mais competente, sim, mas também mais consciente, presente e humano”, conclui Cintia.

Sobre a Wiegrow
Com nove anos de atuação, a Wiegrow desenvolve experiências de aprendizagem e soluções voltadas ao desenvolvimento humano dentro e fora das organizações. A empresa trabalha temas como cultura, liderança, bem-estar, propósito, omniconhecimento e relações de trabalho, com uma abordagem que conecta resultados corporativos e valores humanos.

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