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Após os 60, o que muda nos exames da mulher? Check-up reúne 41 avaliações

 

Novo painel do LANAC reúne exames relacionados à saúde cardiovascular, metabólica, renal, hormonal, óssea e nutricional para acompanhamento da mulher madura

 

A chegada aos 60 anos traz mudanças que vão além da menopausa e tornam o acompanhamento da saúde ainda mais importante. Alterações no metabolismo, na massa óssea, nos níveis hormonais e no risco cardiovascular estão entre os pontos que passam a merecer atenção nessa fase da vida. Pensando nesse público, o LANAC – Laboratório de Análises Clínicas acaba de lançar o Check-up Longevidade 60+ Feminino, que reúne 41 itens para uma avaliação laboratorial abrangente.

O painel inclui exames relacionados ao metabolismo e risco cardiovascular, como glicose, hemoglobina glicada, colesterol e triglicerídeos; avaliação das funções renal e hepática; tireoide; ferro e vitaminas; marcadores relacionados à saúde óssea e mineral; além de exames urinários.

Segundo o responsável técnico do LANAC e especialista em bacteriologia, Marcos Kozlowski, a proposta é facilitar um olhar mais amplo sobre a saúde da mulher nessa etapa da vida. “Depois dos 60 anos, algumas alterações podem acontecer de maneira silenciosa. A avaliação laboratorial permite acompanhar diferentes aspectos da saúde e fornece informações que, associadas à consulta e ao histórico da paciente, auxiliam o médico na prevenção e na tomada de decisões”, explica.

Entre os 41 itens estão hemograma completo, glicose, hemoglobina glicada, insulina, perfil lipídico, creatinina, ureia, TSH, T4 livre, ferritina, vitamina B12, vitamina D, cálcio, fósforo, magnésio, PTH e exames urinários, entre outros.

 

Check-up não substitui acompanhamento médico

Apesar da variedade de exames, Marcos ressalta que não existe uma lista única que seja necessária para todas as mulheres com mais de 60 anos. Histórico familiar, doenças preexistentes, medicamentos utilizados, sintomas e resultados anteriores precisam ser considerados individualmente. “Os exames são ferramentas importantes, mas não devem ser interpretados isoladamente. É o médico quem avalia quais testes são indicados para cada paciente e com que frequência devem ser realizados. O check-up ajuda a reunir informações, mas não substitui a consulta e o acompanhamento médico”, reforça.

Para o especialista, a longevidade também aumenta a importância de acompanhar indicadores ao longo do tempo. “Mais do que identificar uma alteração pontual, ter um histórico permite observar a evolução dos resultados. Envelhecer com qualidade passa também por conhecer o próprio organismo e manter o cuidado preventivo ao longo dos anos”, finaliza Kozlowski.

Com 35 anos de atuação, o LANAC – Laboratório de Análises Clínicas realiza mais de 1,25 milhão de exames por mês e mantém mais de 70 unidades de atendimento em Curitiba e Região Metropolitana, além de atuar no suporte laboratorial a 13 hospitais da região.

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